Blogagens Coletivas · Organização · Outras Coisas Legais

8 Metas para 2018

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Mais um ano chegando ao fim e eu estou realmente CHOCADA por já ser dezembro! Não que o ano tenha “corrido” mais que os anteriores, todos eles voam mesmo, mas esse fim de ano, pelo menos pra mim, vem um pouco preguiçoso e cheio de “vergonha”, porque passei os últimos meses e não fiz quase NADA do que gostaria. Nada mesmo! Tá bom, a “culpa” tá nos meus enjoos de gravidez que, confesso, me PARALISARAM mesmo, mas como sei que já estão acabando (entro no 3º trimestre essa semana – UFA!), senti um desejo de recomeçar, de olhar pra frente com olhos positivos e esperançosos, e começar a planejar o ano que vem por aí.

Acho que é pelo fato de esperar meu segundo filho (acho não, é), mas quando penso em 2018, tudo o que me vêm a cabeça é: vai ser o ano de me dedicar a família! Não que antes não fosse assim, sempre foi, mas agora, estou especialmente focada na minha casa e na minha família, então, tenho algumas metas pras pessoas mais importantes da minha vida.

No more talking, vamos direto a minhas metas para 2018!!!

Ter minha bebê com saúde

Pode parecer uma meta boba, ou que não dependa muito de mim, mas estou voltando meus esforços no início desse novo ano para terminar minha gravidez saudável e passar os primeiros meses com minha bebezinha o mais tranquilamente possível. Para isso, quero entrar na hidroginástica, meditar bastante, repousar, me alimentar bem, e pesquisar MUITO sobre recém-nascidos.

Organizar o quarto das crianças

Como Davi e Elis vão dormir juntos, quando ela sair do berço, estou organizando o quarto deles dois, e está ficando LINDO! Quando tiver tudo pronto, tiro fotos e coloco aqui! 🙂

Organizar minha vida e minhas finanças para a chegada de Elis

Nossa, essa é muito IMPORTANTE. Quando nasce um novo bebê, toda a dinâmica da família muda. Então, preciso me preparar emocional e financeiramente para receber minha filhinha.

Colocar Davi em algum esporte

Desde o início desse ano, essa era uma meta minha, e de 2018 não passa. Minha preferência é natação, mas tem tanto esporte legal pra ele escolher, que fico em dúvida. haha

Ajudar Davi a parar de chupar o dedo

Fato, Davi chupa o dedo AINDA! Preciso urgente ajudá-lo com esse mau hábito, e esse ano, se Deus quiser, consigo!

Renovar meu guarda-roupa pós-baby

Como vou fazer 30 anos em 2018 (nossa!), quero deixar meu guarda-roupa mais “adulto”. Então, quando meu corpo voltar ao normal, quero tentar um novo Armário Cápsula.

Viajar para o Natal Luz em Gramado

Esse será meu presente de aniversário pro ano que vem (meu, do meu esposo de também completa 30, de Davi e de Elis, haha). Morro de vontade de ir no Natal Luz, espero conseguir esse ano!

Voltar a ler

Amo ler, e deixei esse hábito de lado (como alguns outros!) esse ano, mas em 2018 quero voltar com tudo! Aceito indicações!

Espero poder cumprir todas essas metas, e mais algumas que estou “martelando” aqui! Bom 2018 para nós! Xêro grande!

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Blogagens Coletivas · Sendo Eu

Não quero flores… sabe o que eu quero?

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Hoje não quero flores, nem chocolates, nem presentes baratos e sem significado…

Quero liberdade, liberdade de escolha, liberdade de poder andar na rua sem ouvir nenhum assovio e nem ficar com medo de passar por alguém, por algum lugar escuro, e algo de ruim me acontecer.

Não quero flores… quero viver de cabeça erguida, vestir e falar o que quero

Não quero flores… quero ter direitos iguais aos de qualquer homem

Não quero flores… quero respeito, carinho, me sentir especial

Não quero flores… quero não ser rotulada pela cor do meu batom ou pelo comprimento do meu vestido

Não quero flores… quero aceitação e acolhimento, sobretudo, pelas minhas irmãs de sexo

Não quero flores… quero poder falar o que quiser, sem ouvir um “você é uma moça!”

Não quero flores… quero acolhimento, seja eu gorda, magra, loira, morena, inteligente, seja lá como for.

Não quero flores… nem quero esse “presente” para nenhuma outra mulher.

Quero respeito para aquelas que vivem em relacionamentos abusivos, quero justiça para aquelas que sofrem violência de gênero, quero igualdade para aquelas que são humilhadas pelos maridos, pais, irmãos, amigos, quero solidariedade para aquelas que são hostilizadas por quem quer que seja, mesmo que do mesmo sexo que elas.

Quero poder ser mulher, menina, moderna, desleixada, “Amélia”, feminista, quero poder escolher meus próprios caminhos, da mesma maneira que qualquer outro homem.

E não quero isso apenas hoje, como um simbolismo desse dia. Quero que tudo isso se propague, pelos anos, pelas pessoas, para quem conheça ou não. Quero que meu filho me ajude nas tarefas domésticas, sem julgar que essa tarefa é “de mulher”. Quero que minha filha, prima, sobrinha, possam ser livres, sem sofrer humilhação de alguém da família, ou coagidas a fazer qualquer tarefa, por ela ser “de mulher”. Aliás, quero mesmo, que se acabem esses rótulos, de algo ser “de homem” ou “de mulher”.

É isso que eu quero.

Mais que flores.

Mais que chocolates.

Mais que um simples “Feliz dia da mulher”.

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A Alegria daqueles Carnavais

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Me lembro como se fosse ontem, como se o tempo não tivesse passado, daqueles dias de infância, maravilhosos e inesquecíveis, onde tudo era inocência, diversão, amizade e brincadeiras. Naqueles anos, também, ficaram as melhores recordações, dos melhores Carnavais da minha vida. Carnaval não era farra, não era bebida, não era namoro, nem nada disso. Pra mim, vestida na minha melhor fantasia de fada (ou de palhaça, ou bailarina…), o Carnaval era uma festa incrível, cheia de luzes, sons e muriçocas (siiim, o bloco que eu ia era o Muriçocas do Miramar, então…), com meus primos e tios ao meu redor, nos divertindo como nunca.

Amava correr pela casa da minha bisavó, que ficava bem em frente onde o bloco passava, e pra mim, pouco importavam as bandas que tocavam. O que importava, de verdade, era estar junto das pessoas que mais amava, me divertindo como nunca, ao som do Chiclete (sim, já tocavam naquele tempo!). Me sentia uma princesa, uma fada, uma palhaça, de verdade, pra mim tudo aquilo era real. Hoje, sei que era realidade mesmo!

E os tempos foram passando, os interesses mudando, e mudei, também! Mudei de cidade, pro interior, e continuei amando o Carnaval, mesmo que essa data pra mim fosse, agora, ficar em casa até altas horas, até o sono me vencer, assistindo as Escolas de Samba do Rio com minhas irmãs, eu torcendo pela Portela, elas, pela Mangueira…

Foi muito bom. Bom não, foi maravilhoso! Adorei cada segundo, cada minuto, cada Carnaval daquele, lembranças que ficaram guardadas na minha memória. A casa da minha bisavó não existe mais, não vou mais pras muriçocas com meus primos, nem assisto as Escolas de Samba com minhas irmãs. Agora, o Carnaval é do meu filho, e por tabela, é meu também. Ficaram as boas lembranças, a saudade de um tempo que não volta, o aperto no peito quando vejo as Muriçocas passando pela televisão, ou quando ouço o “…são as muriçocas, abram alas que elas vão voar…”. O que quero mesmo, agora, é poder proporcionar pra Davi alguns desses bons momentos que um dia vivi e tanto amei. Que ele possa ser feliz, ao menos, um tanto do que fui, na alegria daqueles Carnavais.

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Por onde vivi: um pouco das minhas cidades

Considero ser uma pessoa que possui o coração dividido entre alguns lugares. Lugares que vivi, que deixei pessoas que amo, lugares que guardam recordações e momentos inesquecíveis, que carregam um significado único para mim. Sou Nordestina, Paraibana, nascida e criada na Capital, João Pessoa. Lugar lindo, com praias de areia branca e água azul e quente, povo acolhedor, clima maravilhoso. Morei alguns dos melhores anos de minha vida naquela cidade, com meus pais, avós paternos, tios e primos. Fui criança, feliz, realizada… Lembro de amar aquele lugar, a casa da minha avó, de brincar até tarde com meus primos gêmeos e dormir ouvindo as histórias do passado dos meus avós. Momentos que nunca vou esquecer, que marcarão minha vida para sempre!

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Acho que os lugares que mais amamos são assim, carregados de momentos inesquecíveis ao lado de pessoas também inesquecíveis. O que torna um lugar especial não é o que ele tem para oferecer em si, mas sim as pessoas que estão nele, que nos fazem amá-lo tanto.

Pois bem. Morei na Capital até meus 10 anos, e após a separação de meus pais nos mudamos, eu e minhas irmãs, com minha mãe, para a cidade natal dela, Patos, localizada no interior da Paraíba. Confesso que, numa primeira impressão, não gostei daquele lugar quente, cheio de pessoas de mentalidade tão diferente da minha. Quem diria que, alguns anos depois, esse seria o lugar que eu escolheria para viver com minha família, que me apaixonaria tanto por aqui…

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Depois de uns anos em Patos, desta vez fui para Sousa, um pouco mais distante da minha cidade natal, para fazer faculdade. Naquele lugar, fiz grandes amigos, conheci o grande amor da minha vida, minha melhor amiga, uma segunda família. Posso não morar mais em Sousa, mas esse lugar sempre terá um significado todo especial para mim pois, além de tudo isso, foi o lugar que escolhi para o nascimento do meu filho. Sim, Davi é Sousense. Sim, ele adora todo tipo de dinossauros e o Vale dos Dinossauros também (para quem não sabe, Sousa é famosa pelas pegadas de dinossauros que tem na cidade!)… 🙂

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Hoje, vivo em Patos, na Capital do Sertão, e adoro essa cidade quente, cheia de pessoas simples, e amo morar aqui. Este foi o lugar que escolhi para criar meu filho, longe da agitação, perigos e congestionamentos da Capital, mas ainda assim bem desenvolvida, tem até Shopping, Cinema e Bob’s! Heheh Enfim, um lugar para chamar de meu lar!

Meu coração é dividido em três. Um pouco Pessoense, um pouco Patoense, um pouco Sousense. E amo poder chamar esses três lugares de meus, ter pessoas que amo nessas três cidades, guardar momentos especiais em cada pedacinho desses três municípios. Me sentir em casa estando em qualquer um deles. Sou meio que “polipátrida”, por assim dizer, e amo igualmente a Sousa, Patos e João Pessoa, e sei que eles me amam, também!

Xero Grande! 🙂

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Blogagens Coletivas · Sendo Eu

Agora é a vez do AMOR! (não a Homofobia)

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A gente acorda e vai dormir, acorda e vai dormir, muitas e muitas vezes, e escuta sempre a mesma coisa. É um tanto de violência, de abuso, de ódio, que acabamos por perder a fé na humanidade ~ ou quase ~ não sou dessas que desiste com facilidade… Ódio, palavra complicada essa! Por que será que odiamos, excluímos, humilhamos tanto, e sentimos essa “necessidade”de mostrar sempre o lado negativo, o ruim, o mau?

Sabe, fiquei pensando nisso desde que saiu o assunto da Blogagem Coletiva do Grupo HELLO (não conhecem? Dêem uma olhadinha no Facebook!), onde um dos temas era HOMOFOBIA. Logo, assim que “bati o olho”, sabia que iria falar sobre isso, e explico o porquê. Sou mulher, heterossexual (mesmo que não venha ao caso) e evangélica. E, acima de tudo isso, sou humana e, como humana, defensora dos direitos e do respeito e do amor e de todas essas lições ensinadas pelo meu ídolo e mestre JESUS CRISTO (esse mesmo). E por todos esses motivos, sou totalmente CONTRA, sinto muito NOJO e PENA (mesmo), dessas pessoas que se acham no direito de ~ se sentirem ~ melhores, por não serem homossexuais, e pior ainda, se sentem no direito de odiar, humilhar, maltratar, aqueles que tem orientação sexual diferente. Mesmo que essas pessoas sejam, como eu, cristãs (católicas, evangélicas, etc.), o que, convenhamos, é ainda pior.

Gente, o que foi que JESUS nos ensinou? Cadê o “amemos uns aos outros”? É um dos maiores mandamentos que Ele nos deixou!!!! Às vezes nos esquecemos que o amor vai frontalmente contra o ódio, e que quando deixamos esses discursos de ódio, mascarados por “religião”, estamos descumprindo uma das maiores lições que Cristo queria que nós praticássemos… Só acho!

Talvez, se nós deixássemos de lado toda essa “mania de superioridade”, e nos enxergássemos todos como iguais ~ cheios de erros e acertos, do bom e do ruim ~ como realmente somos, seria mais fácil nos aceitarmos e nos amarmos, acima de tudo! Isso é o mais importante, não é?

Bom, desculpem se discordarem disso, ou se acharem o que falei sem sentido, mas queria mesmo falar sobre o que penso, e sobre a importância que devemos dar ao AMOR, em detrimento de outros sentimentos, em especial os negativos… É só que, se nos amássemos só um pouquinho mais, poderíamos fazer desse mundo um lugar melhor para se viver. Sério, mesmo!

Um xero cheio de amor pra todos!

Que Deus nos abençoe!

Blogagens Coletivas · Sendo Eu

Sobre meus vícios e o maior deles!

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Sou “viciada” em algumas coisas, que vão mudando, desde que nasci. Minha mãe dizia para eu deixar o “vício” de roer unhas, que era muito feio. Esse eu “deixo” e “volto”, de tempos em tempos. Sei que um “vício”, quando é “vício” mesmo, é bem difícil de deixar… Quando fui crescendo, sabe, lá pelos meus 10 anos, conheci um vício que até hoje me acompanha, como um amigo que está presente em todos os momentos. Esse vício se chama “livro”. Muitas pessoas ficam viciadas através de amigos, primos, colegas de “farra”, mas eu fiquei assim por causa da minha avó (sério!). Pois é, foi ela que me “introduziu” ao meu vício, e ele se chamava Harry Potter e a Pedra Filosofal! No dia em que “provei” do livro, pela primeira vez, não quis mais largar… Lembro que passei a noite em claro, “devorando” as páginas, querendo cada vez mais. Não comia direito, sofria de excitação, sintomas típicos de quem estava “viciada”…

É, e esse “vício” só vem piorando, cada vez mais. Já provei de vários “livros”, e cada um me provocou sensações diferentes. Uns me fizeram “sair da realidade”, outros me deram “palpitação”, “euforia”, “risos sem motivo”, “choro”, “alucinações”… Cada um me causa “sintomas” diferentes, mas todos me deixam a mesma sensação: quando acabam, eu quero mais! Não consigo mais parar, não consigo, quero ler cada vez mais, conhecer os personagens, deixá-los fazer parte da minha vida, fazer parte de mim… Eu sei que deveria “pegar leve”, não permitir que isso “tome conta de mim”, mas não consigo, simplesmente não dá! Não posso mais viver sem o Harry, a Hermione, a Tris, o Tobias, a America, o Rush. É, sou viciada em todos eles. E posso dizer que é o melhor vício em que se pode “entrar”… Mesmo que nos renda algumas lágrimas, saudades quando acaba, vontade de mais…

Leia, apenas leia! Vale o risco, quase certo, de se viciar, completamente.

(Qualquer semelhança é mera coincidência!)

P.S.: Desculpem os trocadilhos, são apenas trocadilhos, OK?

Esse post faz parte do Grupo de Blogagem Coletiva HELLO, criado pela Fiama (incrível blogueira, que compartilha do mesmo vício que eu!). Se quiser conferir, é só procurar no Face!