Outras Coisas Legais · Sendo Eu

Mari Indica: Linha de produtos para cabelos cacheados

 

Vocês sabem que gosto de postar um pouco do que estou vivendo do lado de cá, certo?

Então, hoje vou indicar pra vocês uns produtos PERFEITOS para cabelos cacheados, que deram super certo para mim. Os produtos que testei foram duas amostras grátis que minha vizinha, que é cabeleireira, me deu para testar. E não é que EU AMEI?

Por isso, para você que está com o cabelo beeem seco (como o meu estava!) e quer dar uma hidratada/ativada nos cachos, além de diminuir um pouco o volume, esse produto é pra você! Heheh

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As Amostrinhas que usei. Rende muuuito!!:)

Usei o shampoo e um creme de tratamento de MACADÂMIA, próprio para cabelos cacheados, da marca SALVATORE Cosmética Profissional. Deixei a máscara de hidratação uns minutos e depois retirei normalmente.

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Se não tiver palhaçada não sou eu! hehe Nessa foto eu tinha acabado de tirar os produtos dos cabelos.

O resultado foi maravilhoso! Meus cabelos ficaram realmente hidratados, muito macios, e os cachos ficaram simplesmente PERFEITOS! Do jeito que eu gosto!!!

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Aqui o cabelo já estava meio seco.

Resultado Final!♥

Fica a dica pras meninas que querem dar uma super hidratada nos cachinhos! Os meus ficaram lindos!! 🙂

E vocês, tem algum produto pro cabelo que vocês amam usar? Me contem!

Xero grande!!!!

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Você é bonita(o) do seu jeito

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Estranho como certos “temas” são sempre recorrentes na nossa mente. Parece que andamos num círculo vicioso de “superei isso” ↔ “não superei isso”, indo e voltando num looping eterno. Comigo, é a questão da AUTOESTIMA. Tem momentos em que me sinto linda, Girl power, como se estivesse no caminho certo, mulher independente total. E tem vezes, bem, tem vezes que pareço voltar a estaca zero. Me sinto mal, feia, e consequentemente, emocionalmente dependente. Isso é chato, principalmente quando se vive rodeada de pessoas independentes (o que é o meu caso!). Parece que ninguém precisa de você, mas ao tempo, você precisa de todo mundo. E o pior de tudo: eu SEI que isso é um problema meu, que só eu posso resolver isso, que só EU posso suprir essa carência de elogio, de segurança, de que sou importante e que alguém precisa de mim… Num mundo de pessoas tão desapegadas e seguras de si (ao menos aparentemente), é difícil demonstrar fraqueza, insegurança, sem parecer infantilidade ou “drama” (já ouvi isso zilhões de vezes). Por isso que esse tema é tão recorrente aqui, exatamente por ser tão recorrente dentro de mim.

O que eu queria deixar pra mim e pra vocês também, hoje, é que somos SIM bonitas(os) do jeito que somos. Somos muito importantes pra nós mesmos e pro mundo, também. Mesmo que ninguém note, mesmo que ninguém diga. E isso não é por causa do nosso rosto, nosso cabelo, nosso corpo, ou por causa do que representamos pra alguém, principalmente pra alguém do sexo oposto. Fomos treinados, ensinados, incutidos de que nossa felicidade/beleza/utilidade no mundo dependia de alguém pra nos “completar”. Isso é MENTIRA! Relacionamento NENHUM vai te completar, te fazer sentir mais bonita, amada, necessária (mesmo que seja assim no começo, isso sempre MUDA). Se você não se amar, não se sentir necessária, bonita, útil, amada, feliz, isso nunca vai chegar. Entenda que a felicidade e beleza verdadeiras vem de dentro, de você. Só você pode proporcionar isso!

Sei que esse post está meio desconexo, meio estranho até… Eu sei gente, quando li também senti isso, mas o desabafo é assim mesmo, às vezes simplesmente sai, muitas vezes sem sentido…

Então, não quero finalizar antes de fazer uma DINÂMICA com vocês (vai parecer clichê e coisa de primeiro dia de aula da quinta série, então, ME AGUENTEM!) HAHA.

Vou listar aqui 05 COISAS QUE ME FAZEM SENTIR BONITA/ATRAENTE/SEGURA DE MIM/INDEPENDENTE e quero que vocês façam também OK???

Sou LINDA porque:

1. Tenho o cabelo mais liindo do mundo (muita gente diz isso!) 🙂

2. Sou prestativa e tenho empatia com o outro

3. Tenho o maior amor do mundo (Davi!!!)

4. Me encontrei na minha paixão por escrever (queria MUITO que virasse profissão, mesmo!)

5. Posso cair milhões de vezes, posso chorar e me depreciar como quiser, mas minha ESPERANÇA e minha RESILIÊNCIA são incríveis, e sempre me fazem levantar e continuar, mas forte que antes!

6. (EXTRA) Sou alguém que, diferente de muitos, não preciso de “coisas” pra ser feliz. Sou feliz pelo que sou, pelas simples coisas que me fazem diferente dos outros. Sim, sou diferente e AMO ser assim!!

Muito bom isso, gente! Acho que vou até escrever no meu BuJo, pra nunca esquecer. Façam também, é MARAVILHOSO!

Xero beeem grande!

P.S.: Acabo esse post MUITO MAIS FELIZ E SEGURA DE MIM de que quando iniciei!!!

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Tenha orgulho de quem você é, Seja alguém de quem possa se orgulhar

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No dicionário, encontramos diversos conceitos para a palavra SUCESSO. Sucesso pode ser definido como: Resultado bom ou mau de um negócio. Conclusão. Êxito, resultado feliz.

E além dessas conceituações, creio que cada pessoa no mundo tem sua própria ideia do que seria TER SUCESSO, ou SER ALGUÉM DE SUCESSO. Para uns, o sucesso é o profissional, quando você é o diretor de alguma grande empresa; para outros, seria ter riqueza, uma família “modelo”, a garota mais linda da escola… Percebo que, cada vez mais, esses conceitos são superficiais, rasos, baseados em uma “obrigatoriedade” a qual nos impomos, de ser um modelo de sucesso pintado pela sociedade, modelo esse atualmente bem ridículo, diga-se de passagem. Mas não é sobre isso que quero conversar hoje.

O que quero trazer para vocês hoje é a minha ideia de sucesso!

Pra mim, ter sucesso, ou SER UMA PESSOA DE SUCESSO, como prefiro chamar, não é nada ligado a dinheiro, bens, fama, beleza… Pode ser um pouco de cada coisa, em diferentes doses, mas em resumo: PRA MIM, SER ALGUÉM DE SUCESSO, É TER ORGULHO DE QUEM VOCÊ É! Isso mesmo! Se você tem orgulho da pessoa que é, com todas suas qualidades e falhas, também, você é alguém de sucesso. E isso pode parecer bem fácil, mas não é tão simples assim… Conheço tanta, mas tanta gente que se sente um fracasso por não ter dinheiro pra comprar as roupas da moda, por não ter o emprego que Fulano tem, que tem celulite, estrias, gordurinhas, e por aí vai. Eu era assim também, fui assim grande parte de minha adolescência e vida adulta. Mas então, no ano mais difícil e mais incrível da minha vida, percebi que MEU SUCESSO NÃO É DEFINIDO PELO DINHEIRO, EMPREGO, BELEZA, ROUPAS, que eu tenho. E que eu não deveria me orgulhar de mim somente quando colocasse silicone, quando tirasse minhas estrias, quando conhecesse o mundo inteiro, quando tivesse as roupas da moda ou o emprego dos sonhos. Assim, voltaria a estaca ZERO, e entraria no círculo vicioso vivido pela maioria das pessoas no mundo, pessoas que se orgulham do que tem, e não do que são. Pessoas que baseiam o sucesso no ter, e não no SER.

E caso você pense que não tem saída para essa equação, é aí que você se engana! Porque não basta TER ORGULHO DE QUEM VOCÊ É, VOCÊ PRECISA SER ALGUÉM DE QUEM POSSA SE ORGULHAR. E quando digo SER, é SER mesmo. O importante não é ter dinheiro, mas SER alguém persistente e conseguir as coisas por seus próprios méritos, com esforço e dedicação. O importante não é ter as roupas da moda ou fisionomia de modelo, mas SER alguém estiloso, cheio de personalidade, bonito a seu modo. O importante não é ter o emprego, a casa, a esposa, os filhos, a vida de Fulano, mas SER você mesmo, e procurar SER, a cada dia, o MELHOR QUE PUDER SER.

Acho que tudo se resume nisso mesmo: Em SER O MELHOR QUE PUDER SER. Ser o melhor VOCÊ, e não o melhor Fulano ou Sicrano. Cada ser nasce de um jeito, com um biotipo, uma condição social, pai, história de vida individuais. E cada um tem sua jornada a seguir, individualmente. Mas todos nós devemos SER leais, verdadeiros, sinceros, prestativos, persistentes, devemos a nós mesmos sermos o melhor que quisermos ser. Tudo bem não ter dinheiro, não ser lindo, nem ter o emprego de Miranda Priestley. E tudo bem ter, também, mas só se isso foi o que você quiser REALMENTE, por você, e não porque alguém te impôs. Tenha orgulho de si mesmo, por tudo o que já passou, por tudo o que já viveu, por ter chegado onde chegou. E mais, seja alguém de quem possa se orgulhar, alguém que as pessoas queiram conhecer, alguém que tem um bom coração e uma cabeça cheia de coisas lindas, sejam elas reais ou imaginárias. Seja quem VOCÊ quer SER, por você. Seja você quem define as regras de sua vida. Que o sucesso venha, sim, do orgulho que você tem de você!

Xero grande

Divagações...

Porque o mais importante é se amar – acima de tudo

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Na infância, era chamada de “cabelo ruim” pelos colegas da escola. Sua mãe a penteava, todos os dias, e prendia bem os cabelos para que nem um fio saísse do lugar, e assim ninguém risse dos seus cabelos “altos”. Na adolescência, tinha vergonha de ser muito magra, de ser uma “nerd”, de preferir os livros às festas, de seu ~ ainda ~ cabelo “alto”. E era, mais uma vez, alvo de “algumas” piadas, por ser “bv”, “feia”, “inocente”, “criança”, com todas essas aspas. Quando encontrou alguém que a amasse, continuou se sentindo estranha, pouco confiante, e sucumbia facilmente ao “você ficaria bem melhor com cabelo liso”, “você está tão gordinha” ou ao “a namorada de fulano é cheia e tem cabelo assanhado”. Por isso, emagreceu, mudou o cabelo e, com isso, sua essência, sua segurança, o pouco de confiança que ainda tinha na vida e em si. Anda por aí se comparando, se medindo, invejando, sendo “a recalcada de plantão”, sentimentos plantados por aqueles que, em não sabendo aceitar, julgam, maltratam, rebaixam, querem igualar o ~tão lindo~diferente. E sempre quis mudar mais, colocar silicone, sem loira, ter as pernas torneadas, e nunca, nunca mais, voltar a ser “a gordinha de cabelo assanhado”, ou melhor, tinha verdadeiro pavor disso tudo. Com a confiança minada, o cabelo alisado com muito formol e com a vontade de mudar cada vez mais o que era, ela foi seguindo sua vida. Por um tempo, pensou ser menor. Por um tempo, pensou que o amor era, para ela, um favor. Por um tempo sentiu que ser quem era, como Deus a tinha feito, era insuficiente. Que blasfêmia.

Mas naquele dia não. Naquele dia, por um “passe-de-mágica-de-fada-madrinha”, ela entendeu que aquele lindo cabelo comprido de raiz cacheada não era seu. Ou somente a parte da “raiz cacheada” que era sua. Com muito orgulho. E desse pequeno grão de orgulho, somado a um monte de meninas inspiradoras que, iguais a ela, tinham cabelo ruim (#IntimasdaRay), foi que a menina se transformou, e dessa vez bem mais do que esperava. De agora em diante, ela seria a “mulher-dos-lindos-cachos-rebeldes, a magrinha-que-ama-comer, a garota que se veste como gosta, sem precisar da opinião de ninguém. E dessa pequena transformação, veio a aceitação, e da aceitação, o amor. Um amor tão grande que a preencheu por inteira, desfez estereótipos, comparações, invejas e recalques, e que construiu confiança, autoestima, autoconhecimento e, ouso acrescentar, autoamor.

E pra essa menina que, como qualquer um de nós, aprendeu uma das mais importantes lições que a vida pode ensinar, o que veio a seguir foi tudo de melhor que pudermos desejar, pois dessa vez as vozes que a “objetivaram” não eram tão ouvidas, as críticas não a atingem mais e os elogios, antes tão raros, vieram com força total. A menina do cabelo-ruim virou uma mulher linda e cheia de vida, e como muitas outras por aí, se ama e deixa ser amada, porque merece.

As mudanças? Hoje ela não deseja mais! Pois se aceita e sabe que, de verdade, é linda do jeitinho que é. E assim ela foi feliz para sempre…

Divagações...

Porque o bom da vida é viver…

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Sempre fui uma pessoa muito comedida. No meu tempo de adolescente, era uma menina muito tímida, sempre tive muita vergonha de me mostrar, de me expor, de ser quem era, de conhecer outras pessoas, de sair, de viver. E acho que demorei muito para sair do ‘casulo’. Passei um bom tempo de faculdade me prendendo, com medo de que as pessoas descobrissem quem eu era de verdade, que me odiassem, que me ridicularizassem. Acho que tinha receio de me magoar, um pouco maior do que o normal.

E com o tempo, percebi que isso não é saudável, não. E por quê? Simplesmente porque a vida só é uma, sabem, e precisa ser vivida (e bem vivida) em cada momento, com toda a intensidade. Não sabemos a importância do agora, do exato momento que estamos vivendo, até perdê-lo, seja por causa de alguma mudança, de alguma perda… Hoje eu sei que o presente é realmente uma dádiva, que deve ser aproveitado, sorrido, chorado, comemorado. Não precisamos nos prender, nem ter medo de viver, de nos expressar, de sermos quem formos com orgulho, pois somos lindos da maneira que Deus nos criou, e Ele nos valoriza profundamente, mesmo que o mundo ao nosso redor não dê valor.

Preciso dizer a vocês que não é tão importante a aprovação das pessoas ao nosso redor, as mesmas são falhas e movidas por sentimentos não tão bons ~inveja, recalque e outros conhecidos~posso te dizer que elas NUNCA estarão satisfeitas com você, não importa o que você faça (ou não faça)! Não podemos desperdiçar essa maravilha que é estarmos vivos, respirando, com saúde, cheios de dons e talentos individuais, que mais ninguém possui. Pensa aí: Deus vai ficar muito feliz em ver você viver, em te ver aproveitando o que Ele te deu, mostrando tudo o que você tem de mais bonito e autêntico. Não se arrependa de algo que não fez, não desperdice o que você pode fazer com o hoje, para depois não ficar preso ao passado, lamentando o que perdeu.

Demorei para aprender isso, mas hoje estou aqui para contar a vocês esse segredo que ninguém mais te conta. VIVA SUA VIDA COM TUDO O QUE VOCÊ TEM. NÃO TENHA VERGONHA DE QUEM VOCÊ É. Apenas seja. Apenas viva. Apenas se dê. E lembre-se: Autoestima não é uma coisa que dependa da beleza, ou da inteligência, ou da quantidade de amigos que você tem (leia-se popularidade), isso tudo é ‘balela’ que as pessoas criam pra te fazer pensar que não pode ser feliz do jeito que és (porque você pode!). Autoestima é se amar do jeito que você é, sem importar o que os outros pensam, o que dizem, o que são, o que SUPOSTAMENTE tem de melhor que você. Aliás, autoestima é isso mesmo: não olhar para os outros, não comparar, e se amar do jeitinho que és.

Faça isso e você verá a joia que existe dentro de você!

É isso, amores! Bom fim de semana!

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As coisas pequenas…

Oi amores…

Não vou ficar com rodeios hoje, pois o texto a seguir é looongo (hahaha)! Vamos ver quem consegue ler minha “filosofada” até o fim!

OBS: Esse texto é para você que, como eu, se sente pequeno algumas vezes…

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As coisas pequenas…

Desde pequena, sou pequena; pequena mesmo, sabe, das menores da turma… Sou uma mulher, com rosto de menina, pequena, menor que minhas irmãs, menor que minha mãe… Por diversas vezes, sou ainda a menor criatura que já conheci, não no sentido verdadeiro da palavra (na altura), mas no sentido mais figurado possível; sou pequena mesmo, já falei isso?

Me sinto pequena, pouco notada, pouco diferente, pouco igual, menor; sou pequena nos meus gestos, nas minhas palavras, suaves; pequena nos meus olhares, no meu jeito de ser, discreto; pequena, só pequena mesmo, em minha autoestima, humilde muitas vezes num sentido não muito bom…

E, por ser pequena, nos dois sentidos da palavra, vejo melhor as coisas pequenas que, como eu, não são as mais notadas no meio de tantas coisas “grandes”, pelo menos para a opinião da sociedade; e, olhando pra essas “coisinhas”, pude notar algo realmente estranho, realmente paradoxal, nessas pequeninas coisas/pessoas que existem por aqui, pela Terra, passeando desapercebidas…

As pequenas coisas, ou as coisas pequenas, como queiram, são realmente grandes! São as melhores coisas que já vi na vida! Sem exageros… quer algo mais lindo e puro como um pequeno bebê? Podemos assistir aos “maiores” programas de humor, mas nenhum deles consegue nos fazer rir de maneira mais pura do que um simples e “pequeno” gargalhar de um pequeno bebê.

E não para por aí, não! Temos as formigas, criaturas tão pequenas, aparentemente frágeis, mas que fazem grandes coisas, constroem verdadeiras sociedades, isso tudo sendo tão pequenas, porém dotadas de uma grande força… admiro muito as formigas, sabe? Elas são realmente formidáveis e, segundo um amigo meu (pequeno em tamanho, mas grande em conhecimento), as sociedades das formigas mais pequenas (por assim dizer) são as mais complexas e organizadas. Mais uma vez, os pequenos se destacam.

Eu olho, olho e vejo, e vejo nas coisas pequenas grandes feitos… Sinto a paz do cantar dos passarINHOS, o conforto dos PEQUENOS raios de sol, as sábias palavras dos PEQUENOS, e das criancINHAS, e das minhas avozINHAS… E agora vejo que ser pequeno, não é algo tão pequeno assim, melhor dizendo, percebo mesmo que o fato de sermos pequenos, no meio de tantas coisas e pessoas grandes, nos faz privilegiados, pois por sermos pequenos, temos a maravilhosa possibilidade de crescer, sem contudo nos esquecermos de que pequenos somos, ainda que muito crescendo…

Não quero ser grande, pelo menos não, por enquanto, pois não quero me esquecer da grandeza de ser pequena, nem também da honra de ter contato com os meus que, como eu, são pequenos… Sabe, meu amigo, eu AMO ser pequena…

E pra você que é grande, veja, você pode me ver também, você pode ver e ter a honra de notar as “coisas pequenas”, pois você não é grande de verdade, sabe? Pois todos nós somos, ou temos um pouco de pequeno em nós…

E pra você que é pequeno, e por isso se sente inferior, veja os exemplos que citei acima, e perceba sua grandiosidade mesmo sendo pequeno… Cada um de nós é um ser pequeno, que carrega em sua essência grandes sonhos, talentos, personalidade. Podemos ser todos umas “coisas pequenas”, mas com grande valor, é só olhar em volta, pois mesmo pequenos, somos grandes.

É na minha pequenez que se encontra a minha grandiosidade

Não quero ser grande, para ser maior que os outros

E não notar quão grandes são as coisas pequenas

Quero ser pequeno, e ver assim, de baixo

Toda a grandiosidade, e toda a pequenez

Pois pequeno vejo tudo, tudo mesmo

Mais ainda do que se grande fosse

Pois pequeno vejo tudo de uma só vez…

Divagações...

Autoestima: que coisa preciosa!

 Dias desses vi uma publicação no blog JUST LIA (sei que vocês já conhecem mas, para o caso de não conhecerem, recomendo demaisss) falando sobre autoestima, nossa imagem, a ditadura da beleza, a dependência que temos de usar make para ficar bonitas, enfim, essas coisas que são “grilos” de todas nós, meras mortais!

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E, juro, quando li, super me identifiquei com o texto, e mais ainda, com o contexto mostrado no que ela escreveu, não apenas no tocante a se aceitar como é, mais ainda, um fato MUITO mais profundo, que é você se amar da maneira que Deus te criou, e realmente se achar bonita do jeito que você é, física e psicologicamente (mesmo que esse aspecto tenha ficado meio relegado a segundo plano nesses últimos anos).

Sempre, sempre, SEMPRE, tive problemas com minha autoestima, sempre quis ser mais alta, bonita, loira, ter um cabelo “menos ruim”, e isso gerou uma série de procedimentos altamente prejudiciais, não apenas para meu físico, no caso dos inúmeros tratamentos com formol que fiz para alisar meus cachinhos, como também psicológicos, com uma falsa ilusão de que não sou suficientemente boa do jeito que sou, e que tenho que mudar o tempo todo para atingir uma “perfeição” que nunca alcanço.

Até então, nunca tinha pensado sobre isso de forma séria (Não que eu faça isso com frequência, sou meio palhaça mesmo) e então, quando vi o post da Lia no blog dela, percebi que estava dedicando tempo DEMAIS querendo me mudar, e sem nenhum senso de autoestima ou aceitação, bem como ODIANDO as meninas perfeitas de cabelo bom, loiras e gatas que eu via todo dia no facebook (desculpe meninas!), e as invejando, me sentindo cada vez mais feia e me mudando mais, e mais, sem NUNCA me satisfazer como sou (nossa, sintam o DRAMAA)… e em contrapartida, não estava dedicando tempo suficiente para me conhecer melhor, me enxergar como sou, ver minhas qualidades e o ser único que Deus fez, quando me criou.

E entãaao, desse dia em diante, tomei umas pequenas decisõesinhas em minha vida, que quero compartilhar com todas vocês, que tanto amo, como forma não só de desabafo, mas também de ajudar quem tiver passando pelo mesmo dilema que eu, mas não sabe como encontrar a “luz no fim do túnel”. Vejam minhas RESOLUÇÕES (agora é sério!!!):

1. Temos que nos ACEITAR E NOS AMAR COMO SOMOS! E não é nos aceitar maquiadas/bronzeadas/com escova e chapinha no cabelo/musculosas e magrinhas; é nos amarmos em todos os momentos, nos olharmos como Deus nos olha, e aprendermos a VALORIZAR o que temos de melhor!!! Sim, somos lindas do jeito que somos e, se não estivermos satisfeitas e felizes com o que somos, OK mudar, mas não se espelhando em alguém, apenas em vocês!

2. Vamos, A PARTIR DE HOJE, AGOOORA, parar de nos comparar com outras pessoas!! Ninguém é igual a ninguém e são as diferenças que nos fazem mais importantes. Se olhássemos mais para nós e procurássemos nos conhecer e nos amar como somos, iríamos notar como somos SENSACIONAIS DO JEITO QUE SOMOS. Duvida? Olhem as blogueiras: Lia, Karol Pinheiro, Raiza Nicacio! Vejam como elas são beeeeem diferentes, não sem encaixam nos estereótipos de “gata do verão 2014”, mas são liiiiiindas e altamente amadas e com milhares de seguidoras!!! Viu?????

3. O mais IMPORTANTE! Geeeenteeee, o físico não é tudo o que temos não viu?? Cultivar o psicológico, o intelectual e os nossos talentos é igualmente importante. Não adianta ficarmos altas horas nos produzindo para ficarmos PERFEITAS, se nosso conteúdo não for igualmente cuidado!

LEMBREM-SE! A FORMA É TÃO IMPORTANTE QUANTO O CONTEÚDO!

SOMOS PERFEITOS COMO SOMOS!

VAMOS NOS AMAR E NOS CONHECER MAIS E OLHAR MENOS PROS OUTROS!

P.S.: Desculpem, o post ficou GIGANTE, mas simplesmente TINHA que dizer tudo isso a vocês, não podia tirar nenhuma linhazinha.

P.S 2.: Olhem, se vocês são loiras, lindas e gatas, ou então se gostam de cuidar da beleza, esse post não é para criticar vocês, OK? Cultivar nossa beleza por fora também é muito importante e super prazeroso!

P.S.3: Segue uma lista de uns filminhos altamente “cools”, que ajudam a dar um up na nossa autoestima:

O Discurso do Rei (The King’s Speech, 2010, ING)

Erin Brokovich, uma mulher de talento (Erin Brokovich, 2000, EUA)

Uma Mente Brilhante (A beautiful mind, 2001, EUA)

O Diário de Bridget Jones (Bridget Jones’s diary, 2001, EUA)

Pequena Miss Sunshine (Little Miss Sunshine, 2006, EUA)

Uhuuu, terminou!!!!!!

Mais uma coisinha (o que, Mariana!!!!): Amem-se, amem-se, amem-se!

XOXO

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