Divagações... · Meus Escritos

E quando descobrimos o verdadeiro amor…

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Preciso confessar uma coisa para vocês, juro que preciso, muito! Não, não é mais uma das minhas justificativas do porquê que eu “sumi”, pois é, estou viva.. 🙂 É mais um dos conhecidos desabafos meus, uma das coisas que eu simplesmente TENHO que compartilhar com alguém, mas não consigo, ou não tenho abertura para falar com ninguém (sabe aquela solidão acompanhada? Pois é, acho que ela é minha inseparável companheira…). Confesso que é meio difícil olhar ao redor e não ver abertura, aceitação, empatia nas pessoas, até mesmo nas mais próximas, mas isso é conversa pra outra hora, não quero falar sobre isso agora… Vocês não sabem, mas sou grata, muito mesmo, por ter criado esse blog, e por ter o privilégio de conhecer pessoas maravilhosas por aqui, que me dão opiniões sinceras e que realmente me ajudam muuito quando preciso! Cês não sabiam disso, né? Pois é, brigada por serem tão legais comigo!

Então, achei que aqui seria o lugar mais óbvio (e mais “querido”) para que eu falasse sobre essa minha questão, cês já sabem o porquê… Não sei bem como começar, mesmo porque adoro fazer rodeios, mas acho que aqui cai melhor falar direto, sabem, sem enrolações… Pois bem, amigos, queria dizer a vocês que conheci o verdadeiro amor da minha vida! E ele não existe de hoje, não, faz 03 anos que ele existe em minha vida, mas só agora que me toquei o quão imenso e indispensável ele é para mim. Não estou falando do meu marido, apesar de amá-lo muito, mas sim do meu Davi, meu filho (vocês já sabem, né?)… Nunca em minha vida conheci amor maior que esse! É o amor mais altruísta e egoísta, mais corajoso e medroso, mais intenso e sereno, maior e melhor em todas essas antíteses e muitas mais… Nunca tive tanto medo de perder algo em minha vida, nunca me vi tão focada em uma coisa (pessoa) somente, nunca pautei tanto meus minutos e segundos em apenas um ser tão pequeno. Eu achei que conhecia o amor, achei mesmo, mas hoje, vendo meu filho acordar e sorrir para mim, vivo e saudável, vejo que o mais importante em minha vida não sou eu, nem Max, nem nada, apenas ele, só ele, todo ele, meu pequeno grande Davi… e foi aí que descobri o verdadeiro amor… meu amor por ele! Por ele faço tudo, brigo com todos, me doo por inteiro, por ele mudo meu destino, quantas vezes for preciso, por ele deixo de amar quem não o ama, quem o maltrata, mesmo que ame a mim… Por ele eu sou tudo e nada, sou forte e fraca, por ele supero todos os meus limites. Por ele perco a sanidade, ganho serenidade, por ele sou mais eu…

Só posso dizer, meus amigos, que ele (Davi) é a pessoa que mais amo no mundo inteiro, e que eu faria tudo, faço tudo, farei tudo, para que ele seja sempre feliz!!

E para quem já conhece esse amor, sei que vocês já sabem, mas se sintam parabenizados por terem o privilégio de serem pais/mães, os melhores que seus filhos podem ter…

E para você, Davi, só uma coisa te digo: Eu te amo, filho, você é o amor da minha vida!!!

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11 comentários em “E quando descobrimos o verdadeiro amor…

  1. Adorei sua postagem, você escreve muito bem e conseguiu passar esse amor através de simples palavras, sonho em ser mãe mas ainda estou muito novinha, mas tenho ctz que quando consegui realizar esse sonho vou sentir o mesmo que você sente.

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  2. Quando leio postagens dessas aumenta em 50% a minha vontade de ser mãe.. sem mentira! Já fui “mãe de mentirinha” de 6 crianças, sei qual a quantidade de amor que se envolve nesse meio e como o carinho é recíproco. Quando eu tiver uma criança que eu puder chamar de minha, serei completa! Se deixa muita coisa de lado em nome de um bebê, mas a recompensa é enorme! O Davi tem sorte de ter uma mãe assim como você, pode ter certeza que ele te ama muuuuito também!
    Lindo e tocante o seu texto, amei!

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    1. Obrigada pelas palavras, Bruna! É uma dádiva para mim ter um filho tão lindo e abençoado… Sou muito feliz por ser mãe, e tenho certeza que você sentirá o mesmo, quando chegar sua vez…
      Você ainda está cuidando das crianças?
      Bjuss

      Curtido por 1 pessoa

      1. Espero que sinta o mesmo sim, mas acho que vai demorar até eu ter os meus mesmo. Sobre as crianças, estou entrando na reta final, são só mais 4 semanas… Dá um aperto no peito quando eu penso que vou ver eles tão pouco daqui um tempo 😦

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  3. Que lindo, Mari!
    Simplesmente, faço das suas palavras as minhas, desde a parte da solidão, da fuga para os desabafos em texto, até a parte do complexo amor de mãe. Só quem tem alguém assim, para fazer sorrir nos momentos mais inoportunos e chorar quando devemos ser mais fortes, sabe o que é amar de verdade, né?
    E você me fez lembrar dos momentos (ainda dentro da barriga) em que o Arthur era meu confidente, meu amigo. Não tinha blog, nem ninguém no mundo que tirasse aquele desabafo gostoso da gente.
    Hoje já é diferente, se ele me vê chorando, já fica com aquele olhar curioso, como quem pergunta o que está acontecendo. E eu simplesmente finjo ser forte, já imaginando o que pode acontecer numa cabecinha tão pequena ver uma cena como aquela.
    Enfim, cabeça de mãe é algo tão complicado, né?
    Sempre quis saber mais sobre o Davi, faz um post dedicado a ele, cria uma tag para que ele responda ou algo assim. Vou adorar. *-*

    E sobre um outro assunto: você anda recebendo as respostas que dou aos seus comentários lá do blog? Já respondi umas três vezes alguns dos seus comentários e quando vou ver minha resposta não aparece, não sei o que acontece, mas pode saber que todos estou respondendo, viu? 😦

    Curtido por 1 pessoa

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